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Alexa+: a assistente virtual ficou mais esperta, mas ainda erra meu nome

A Alexa+ chega ao Brasil com IA generativa e diálogos mais fluidos, mas ainda tropeça em nomes próprios e na memória, em lançamento restrito.

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Redação RO em PautaCom base em informações de G1 Tecnologia
Alexa+: a assistente virtual ficou mais esperta, mas ainda erra meu nome
Foto: Reprodução

A Amazon iniciou o lançamento da Alexa+ no Brasil nesta quarta-feira, 1º de julho de 2026, uma versão aprimorada de sua assistente virtual que incorpora inteligência artificial generativa. Disponível inicialmente para um grupo seleto de usuários e para aqueles que adquirirem novos dispositivos Echo ou FireTV até o final de outubro, a novidade promete uma interação mais fluida e inteligente. Contudo, a assistente ainda enfrenta desafios, como a correta pronúncia de nomes próprios, uma questão observada em testes iniciais.

A principal inovação da Alexa+ reside na sua capacidade de manter diálogos mais naturais e complexos, sem a necessidade de repetir a palavra de ativação constantemente. A assistente agora consegue interpretar e corrigir pronúncias em outros idiomas, como demonstrado ao tocar músicas de bandas com nomes específicos, um avanço significativo em relação à versão anterior. A voz padrão foi alterada para um tom mais natural, com a opção de retorno à versão clássica. Conforme reportagem do G1 Tecnologia, essa evolução transforma a assistente de um mero "interruptor de luxo" para um interlocutor mais capaz, apto a discutir notícias do dia ou palpitar sobre eventos esportivos.

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Apesar dos avanços, a Alexa+ apresenta pontos que necessitam de aprimoramento. A dificuldade em pronunciar nomes próprios, como "Henrique", persiste, resultando em variações incorretas. A memória conversacional, embora presente, ainda é inconsistente; em testes, a assistente esqueceu restrições musicais impostas dias antes. Outras limitações incluem a ausência de um site oficial da Alexa+ em português, diferentemente do disponível nos Estados Unidos, e problemas de integração com alguns modelos de televisores que eram compatíveis com a versão anterior da assistente. Funcionalidades como guias de turismo ou resumos de e-mails também se mostram menos eficazes em dispositivos sem tela.

O acesso à Alexa+ é limitado a convidados ou mediante a compra de novos aparelhos até o fim de outubro, sendo disponibilizado pela Amazon a pedido do G1. Em termos de custo, o serviço está incluído para assinantes do Amazon Prime, com uma mensalidade de R$ 19,90, o que representa um bom custo-benefício. Para quem optar pela assinatura avulsa, o valor de R$ 99,99 ao mês sem os benefícios do Prime pode não ser vantajoso. Os dispositivos compatíveis, como Fire TV Stick e Amazon Echo, estavam sendo comercializados no final de junho com preços que variavam de R$ 350 a R$ 1.500.

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A chegada da Alexa+ ao mercado brasileiro marca um passo importante na evolução das assistentes virtuais, oferecendo uma experiência de usuário mais interativa e inteligente para os consumidores em Rondônia e em todo o país. Embora os desafios iniciais com a pronúncia de nomes e a memória exijam ajustes, a integração da inteligência artificial generativa sinaliza um futuro promissor para a interação por voz, consolidando a Alexa+ como uma ferramenta cada vez mais presente no cotidiano digital.

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